Em um dos post passados colei um artigo sobre a criação da identidade visual. A equipe da Creative Design empenhou-se em um projeto para a matéria Fundamentos do Design. Projeto este que consistia na criação de um a identidade visual para o curso de Design Gráfico da FAZ ( Faculdade de Tecnologia da Amazônia).

EIS O PROJETO:

Desenvolvimento Conceitual

A pena de pássaro é uma ferramenta utilizada não só apenas para a escrita, mais também para o desenho. Atualmente utilizada praticamente só para arte, a pena, é famosa pelo seu formato especial que permite aos artistas usufruir facilmente do chamado “efeito fino-grosso” do traço. Por ser um elemento muito utilizado pelos desenhistas, optamos pela pena como ícone para simbolizar o curso de Design Gráfico.

 

 

Na proposta de identidade visual foram utilizados quatro módulos quadriláteros, que se repetem de forma ordenada, expressando a idéia de equilíbrio, referência desenvolvimento, retidão e esmero.

 A fonte escolhida foi posta de forma com que se destacasse no conjunto visual. Dessa forma subjetivamente definindo o curso de Design Gráfico da Faz – Faculdade de Tecnologia da Amazônia. Que é visto como referência no estado do Pará.

 

Na confecção de Camisas, a logomarca se adéqua perfeitamente, pela sua centralização e alinhamento. A proposta de Identidade Visual do curso de Design Gráfico da Faz, foi desenvolvida a partir de varias pesquisas que enriqueceram nosso conhecimento neste ramo. Propomos uma identidade visual moderna, esteticamente bonita e acima de tudo de fácil memorização.

 

Imagens e texto do projeto: http://samyh.wordpress.com

 

Bom pessoal, este é o Wallpaper criado pela equipe Creative Design com o tema principal: Tecnologia. Escolhemos este tema visando uma das características principais do curso de Design Gráfico, uma vez que o Designer tem como ferramenta principal a tecnologia da informática ao lado dos softwares.

Buscamos então uma  referência. Dentre tantas que há por ai, escolhemos o notebook. Uma das ferramentas que podem auxiliar um Designer em seus projetos, fazendo com que as idéias contidas em sua mente possam ser expressas graficamente.

A mulher robótica semi-nua , foi escolhida para chamar a atenção, como uma forma da destaque entre os elementos de fundo (chips de computador). Por que o destaque? Bem, como se sabe só há tecnologia pois o homem está envolvido, ele é quem a criou. Usamos o elemento “mulher-máquina” como uma forma de interação entre  homem e tecnologia.

Usamos tons de cinza e preto gradiente, enfatizando mais a tecnologia atraves das cores. Foram usadas as ferramentas bezyerlápis para fazer linhas que dão efeitos de chip de computador, entre outras.

 Creative Commons License

Há pouco tempo venho trabalhando com blogs. Além deste, tenho um pessoal, ao qual me dedico sempre que tenho tempo livre. É dificil.

Algumas pessoas, quando iniciam suas jornadas como blogueiros, têm a idéia errônea de que é só copiar um post de um blog famoso que como um simples passe de mágica tudo vai funcionar bem no seu blog e garantirá visitas. Aí é que está o engano!

Um blog para ser visitado, tem que ter conteúdo, é claro. Porém deve-se levar em conta a idéia principal do seu blog, o título, as cores, tudo tem que ter relação com o conteúdo. Por exemplo se seu blog for voltado para literatura, é obvio que não dever ter no cabeçalho uma bola de futebol, ou uma foto do Pelé.

Acima de tudo, deve-se preservar a idéia principal do blog, adaptando um template, as postagens e os elementos a ela. Organização é fundamental. Se seu blog for limpo e leve já terá um ponto a favor. Nem todos tem internet banda larga. Caso seu site ou blog seja muito carregado de imagens e elementos, pode demorar muito para completar o carregamento e seus leitores podem desistir da visita.

Para ser visitado, você deve visitar também. Lendo os posts dos seu visitantes, e procurando novos blogueiros para visitar. Lembre-se para ser blogueiro deve-se gostar de ler, pois é uma tarefa árdua. Nem sempre se está disposto, e nem sempre há inspiração para escrever. E aí está o esforço. Quanto mais seu blog crescer, mais posts e novidades devem conter nele. Sem esquecer-se de retribuir as visitas.

Muitos blogs acabam quando estão começando a crescer, pois o blogueiro normalmente não dá conta de atualizar e comentar devido a popularidade que ganha.

A dica é se você quer ser um blogueiro, tem que ser fiel ao seu blog. Muita manutenção e horas para conservá-lo.

Imagem: digoeu.wordpress.com

O que é Creative Commons?

 É um projeto sem fins lucrativos, que disponibiliza licenças flexíveis para a proteção da criatividade.

Para que serve?
Hoje, com o avanço tecnológico, muitos autores querem disponibilizar seus trabalhos para o público através da internet. Porém esta se tornou outro meio de se cometer ilegalidades e as pessoas já não respeitam a criatividade nem os autores. Copiando e abusando dos direitos autorais.

O Creative Commons tem o objetivo de proteger, de alguma forma, à intelectualidade dos autores, transformando a internet em um meio, um pouco mais seguro, de divulgação, através de “alguns direitos reservados”.

 

 

Na criação de uma identidade visual, a tarefa principal do designer é definir um conceito adequado à representação da marca, caracterizando a personalidade da empresa em um símbolo.

Por Flávio Levi

Identidade visual é uma representação gráfica da identidade corporativa, dos conceitos e valores da empresa. Pode parecer simples, mas a criação de uma identidade visual é um processo complicado onde há diversos fatores envolvidos, como a cultura da empresa, seu posicionamento no mercado, a imagem perante o público, objetivos, foco, missão, etc.

Entende-se que o processo criativo é gerado com base nas experiência vividas, conceitos absorvidos e imagens vistas.

Temos um fator importante chamado de saturação informativa, que é a dificuldade na criação original e na diferenciação da identidade em torno de um mercado saturado. Há muitas identidades boas, ruins, diferentes, criativas. É preciso um cuidado especial para que a sua criação se diferencie das já existentes no mercado.

O papel do designer

A principal tarefa do designer baseia-se em definir um conceito adequado à representação da marca, caracterizando toda a “personalidade” da empresa em um símbolo.

Além do conhecimento, experiência, ousadia e criatividade, o designer precisa buscar informações em casos que apenas deram certo e principalmente em casos de sucesso. É sempre bom estudar o repertório da concorrência, entendendo a identidade e o processo de sua elaboração. É importante entender o mercado de atuação da empresa e, consequentemente, criar algo inovador e diferenciado da concorrência, o que traz destaque e visibilidade para a marca.

Paralelamente é preciso tomar cuidado com os vícios culturais, ou seja, aquelas recomendações de que se siga um determinado modelo conhecido, testado e aceito. Estes vícios podem gerar um bloqueio à criatividade.

Colocando a mão na massa

Depois de entender os conceitos, é hora de pôr a mão na massa. Comece através de rascunhos, em papel mesmo. Comece a esboçar. Faça o máximo de modelos que a criatividade permitir, sempre lembrando dos conceitos acima descritos.

Não descarte idéias, mesmo que a princípio, pareçam sem graça ou valor. Lembre-se que elementos de identificação como o nome, logotipo e símbolo são componentes duráveis na identidade e muitas vezes sofrem atualizações apenas quando há transformações na realidade da empresa ou em sua imagem pública.

Após os rascunhos, redesenhe aqueles que lhe despertarem mais interesse em alguma ferramenta vetorial (Corel Draw, Adobe Illustrator, etc). Acerte os detalhes necessários e vamos para a próxima fase do processo.

Definição das cores da identidade

A cor ocupa um lugar de destaque na criação, já que a simples mudança de um tom pode mudar a percepção do observador em relação à forma, distância, peso, volume, movimento, etc. Faça um estudo dos efeitos que a cor provoca, há muito material de referência na web.

Ao escolher as cores, observe também como será a sua aplicação em materiais impressos, como folders, banners, brindes, etc. Recomendo que use uma palheta de cores CMYK (semelhante a esses catálogos de tinta) e veja como ficaria a versão impressa para que não ocorram grandes distorções entre o real e virtual.

A quantidade de cores utilizadas deve ser minuciosamente analisada em função de custos de impressão de materiais com muitas cores. Outro ponto relevante é que se deve prever a aplicação da identidade de forma monocromática. É importante que a ausência das cores não prejudique a leitura da identidade. O ideal é trabalhar no máximo com duas, três cores.

Ergonomia na identidade

Após a escolha da cor, vamos testar a ergonomia da identidade. Faça aplicação sobre diversos fundos, faça reduções, aplique em materiais fictícios, imprima, converta para monocromático, marca d´água. Após os testes, verifique se há problemas de leitura. Caso ocorram, deve ser feito um re-estudo da ergonomia da sua identidade.

Entende-se por ergonomia o estudo da interação Homem – Meio no que faz referência à percepção visual, legibilidade, inteligibilidade das informações, interfaces e aplicação das cores. É possível aplicar a ergonomia na criação da identidade visual buscando compreender a usabilidade das cores, traços e formas, tornando a identidade aplicável a qualquer material, seja impresso ou eletrônico.

Finalizando a identidade

Após todos os acertos necessários em relação à cor, ergonomia e formas você está pronto para apresentar a seu cliente a identidade visual. Após o aceite do projeto, veja a possibilidade de criação de um manual de uso da identidade visual, evitando assim que seja feita alguma utilização incorreta da marca. Este tema será abordado em uma outra matéria!

Fonte: Webinsider 

Segunda opção no trabalho livre

 Creative Commons License

Mangá, trabalho livre.

Creative Commons License

Meu primeiro trabalho no Corel Draw para o Professor Cabezas

Comunicação Visual é todo meio de comunicação expresso com a utilização de componentes visuais, como: signos, imagens, desenhos, gráficos, ou seja, tudo que pode ser visto. O termo comunicação visual é bastante abrangente e não precisa ser limitado a uma única área de estudo ou atuação, embora o termo possa ter o mesmo sentido de design gráfico.

Design gráfico e comunicação visual

Antes do uso do termo ‘design gráfico’ ser adotado, o termo ‘comunicação visual’ servia para determinar a área de atuação do designer gráfico (comunicador visual). Mas como alguns consideravam o termo “comunicação” muito abrangente, problema às vezes enfrentado por comunicadores sociais, o termo em inglês para projeto foi adotado. Isso foi disputado por muitos, mas a decisão foi mantida e, em se tratando de design, comunicação visual é sinônimo de design gráfico.

Fonte: Wikipedia

O design gráfico é uma forma de comunicação visual. É o processo de dar ordem estrutural e forma à informação visual, trabalhando frequentemente a relação de imagem e texto. Podendo ser aplicada a vários meios de comunicação, sejam eles impressos, digitais, audiovisuais, entre outros.

O profissional que realiza esse tipo de função é o designer gráfico. No entanto, mesmo existindo uma formação específica para essa área, vários tipos de profissionais tentam atuar como designers gráficos – notoriamente os publicitários, assim como ilustradores e artistas gráficos. Por falta de base fundamentada dos profissionais formados em outras áreas e que atuam com o design acabam distorcendo a conceituação de cores, formas, idéias, valores, estética e outras qualidades inseridas num trabalho final.

Tradicionalmente os princípios do design gráfico estavam ligados a um formalismo e o funcionalismo. Atualmente, com o desenvolvimento da internet e da teoria do design de informação, há uma preocupação maior com a informação e o papel do usuário no design gráfico.

Fonte: Wikipedia